domingo, 8 de maio de 2011

Pela revitalização do rio velho

É pau, é lixo é o fim do caminho


É assoreamento é um rio sozinho


É o mato é uma ponte, é uma pocilga vil


É um belo horizonte, vendo um rio febril


São as águas de março fechando o verão


É a promessa de vida no teu coração






Pau, pedra, fim, caminho


Restos, mato, rio sozinho


Cacos, entulho, vida, sol, noite, morte, lixo, anzol


São águas de março fechando verão


É a promessa de vida no teu coração.


Águas de Março Tom Jobim e Ellis Regina




quarta-feira, 4 de maio de 2011

Outra pocilga recentemente construída na beira do rio sem respeitar o Limite de Área de Proteção Ambiental




Mais uma pocilga na beirinha do rio, nos fundos do depósito de lixo reciclável.

Telhado da pocilga nova nos fundos do depósito e atrás o rio.

Embora os porcos não tenham contato direto com o rio, a lavagem escoa as águas para o rio.

Em 22 de março 2011 essa pocilga que fica nos fundos do depósito de lixo ainda não tinha sido usada.


Material reciclável e muro que separa o depósito de lixo reciclável do rio. também nos fundos deste depósito há uma pocilga recem-construída já em uso



Pocilga cujos porcos tem contato direto com o rio

Rua Manoel Cunha nas proximidades do depósito de lixo reciclável


Ao fundo vê-se o centro da cidade estando-se na Rua Manoel Cunha
Essa Rua Manoel Cunha é ribeirinha do rio velho. Sem calçamento e esgoto, todas as aguas  da cidade (pluviais e de esgotos correm para o rio aí atrás.

Esse esgoto está em frente a esse domicílio. Vem do Centro e despeja no rio


Esgoto de rua a Céu aberto jogando todo tipo de resíduo no rio que fica aí no matagal

em frente a esse fundo de Quintal fica uma grande pocilga adentrando o rio

O alinhamento da Rua é nessa cerca e lá atrás se vê a pocilga que tem se mistura com o rio

Antena da claro na Rua Manoel Cunha

Antena da claro na Rua Manoel Cunha

Isso é uma pocilga conectada com o rio

Início da Rua Manoel Cunha

Rua Manoel Cunha depois do Beco do Sr. Edmundo Bandeira